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Title

Association of birth order and racial component with the prevalence of clinical mastitis in a specialized dairy herd located in the high tropics of Colombia

Titulo

Associação da ordem de parto e do componente racial com a prevalência de mastite clínica em um rebanho leiteiro especializado situado no trópico alto da Colômbia

Digital Object Identifier (DOI)

https://doi.org/10.19052/mv.4252

Fecha de recepción

7 de abril de 2016

Fecha de aceptación

3 de noviembre de 2016

Resumen

Introducción: conocer las variables asociadas a la prevalencia de mastitis clínica (PMC) ayuda a diseñar medidas de control más eficientes. Objetivos: cuantificar la PMC en un hato de especialización lechera, de acuerdo con la influencia del orden de parto (OP) y el efecto del componente racial (CR). Materiales y métodos: se realizó un estudio transversal, mediante el cual se calculó la PMC según el OP (1, 2, 3, 4, 5 y 6 o más), la probabilidad condicional (PC), la PMC para cada CR y la PMC según el OP para cada CR. Se realizó prueba de χ2. Resultados: se observó una PMC global de 15 %. Se estableció una relación directamente proporcional entre el OP y la PMC. Las prevalencias calculadas fueron 9,91912,221,6 21,7 y 21,4 %, para los OP 1, 2, 3, 4, 5 y 6 o más, respectivamente, con diferencias estadísticas significativas. La PC varió entre 9 % (1 y 2 OP) y 22,8 % (3 y 4 OP). Se observó una PMC de 16,7 % para la holstein (H), 8,9 % para el F1 de H por blanco orejinegro (BON) y de 9,4 % para la 3/4H × 1/4BON, sin diferencias significativas. No obstante, al comparar la H con los cruces por BON, sin importar el porcentaje del componente racial BON, se observaron diferencias estadísticas significativas. Conclusiones: la PMC incrementa con el aumento del OP por tanto, los programas de vigilancia de la enfermedad deben intensificarse en vacas mayores. La raza BON aporta un factor de rusticidad a sus cruces que disminuye la PMC.

Palabras clave

blanco orejinegro, componente racial, holstein, orden de parto, probabilidad condicional, producción de leche

Abstract

Introduction: The knowledge of the variables associated with the prevalence of clinical mastitis (PCM) can help to design more efficient control measures. Objectives: To quantify PCM in a specialized dairy herd, according to the influence of birth order (BO) and the effect of racial component (RC). Materials and methods: A transversal study was carried out to calculate PCM according to BO (1, 2, 3, 4, 5, and 6, or more), conditional probability (CP), PCM for each RC, and PCM according to BO for each RC. The χ2 test was performed. Results: An overall PCM of 15% was observed. A directly proportional relationship was established between BO and PCM. The calculated prevalences were 9.9, 10.9, 12.2, 21.6, 21.7, and 21.4% for BO 1, 2, 3, 4, 5, and 6 or more, respectively, with significant statistical differences. CP varied between 9% (BO 1 and 2) and 22.8% (BO 3 and 4). A PCM of 16.7% was observed for Holstein (H) cows, 8.9% for Holstein F1 with Blanco Orejinegro cows (BON), and 9.4% for ¾ H × ¼ BON, with no significant differences. However, when comparing H with BON crosses, regardless of the percentage of the BON racial components, significant statistical differences were observed. Conclusions: PCM increases with increased BO therefore, disease surveillance programs should be intensified in older cows. The BON breed contributes a rusticity factor to its crosses that decreases PCM.

Keywords

Blanco Orejinegro breed, racial component, Holstein, birth order, conditional probability, milk production

Resumo

Introdução: conhecer as variáveis associadas à prevalência de mastite clínica (PMC) ajuda a desenhar medidas de controle mais eficientes. Objetivos: quantificar a PMC em um rebanho de especialização leiteira, de acordo com a influência da ordem de parto (OP) e o efeito do componente racial (CR). Materiais e métodos: se realizou um estudo transversal, mediante o qual se calculou a PMC segundo o OP (1, 2, 3, 4, 5 e 6 ou mais), a probabilidade condicional (PC), a PMC para cada CR e a PMC segundo o OP para cada CR. Realizou-se exame de χ2. Resultados: se observou uma PMC global de 15 %. Se estabeleceu uma relação diretamente proporcional entre o OP e a PMC. As prevalências calculadas foram 9,91912,221,6 21,7 e 21,4 %, para os OP 1, 2, 3, 4, 5 e 6 ou mais respectivamente, com diferenças estatísticas significativas. A PC variou entre 9 % (1 e 2 OP) e 22,8 % (3 e 4 OP). Observou-se uma PMC de 16,7 % para a Holstein (H), 8,9 % para o F1 de H por branco orelhas negras (BON) e de 9,4 % para a 3/4H × 1/4BON, sem diferenças significativas. Não obstante, al comparar a H com os cruzamentos por BON, sem importar a porcentagem do componente racial BON, se observaram diferenças estatísticas significativas. Conclusões: a PMC incrementa com o aumento do OP portanto, os programas de vigilância da doença devem intensificar-se em vacas mais velhas. A raça BON proporciona um fator de rusticidade aos seus cruzamentos que diminui a PMC.

Palavras clave

branco orelhas negras, componente racial, holstein, ordem de parto, probabilidade condicional, produção de leite

Tipo de documento

Article

Licencia Creative Commons

Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 4.0 License
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 4.0 License.

Páginas

23 - 30

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